
domingo, 19 de junho de 2011
Ciclo das rochas

História de uma rocha
Estamos no ano de 1900000 a.C. e as coisas onde estamos ainda estão quentes, embora já tenha vivido cerca de 400 mil anos. Um dia de manhã, de súbito e enquanto fala com os pais, Magmática sente algo. Algo muito forte.
O que se deu naquela manhã fora um grande vendaval que levara tudo o que se encontrava no seu caminho.
- Mãe, Pai não me deixem ir! - disse ela com muito sofrimento.
Mas desta ela não se safava e Magmaticas andava agora "sozinha" (sem os pais) numa bacia de sedimentação enorme onde se encontravam outras rochinhas. E era agora uma rocha sedimentar.
- Tenho tanto medo que algo aconteça! - exclamou Magmaticas para as rochas que se iam amontoando em cima dela.
Após alguns suspiros alguém respondeu à rocha solitária! Acaba de fazer um amigo novo!
- Quem és tu!? - perguntou ela!
- Sou a Rochosa, e estou sozinha como tu! - replicou esta.
- Não te preocupes com isto, já passei pelo mesmo. Daqui a "algum" tempo (500 mil anos) voltaremos á superfície. - acrescentou Rochosa
- Está bem!
Muitos milhares de anos depois, como Rochosa dissera, ambas as rochas estavam agora num processo que voltava a mudar suas vidas. As temperaturas aumentam tal como as pressões, com a descida da bacia devido ao peso das rochas. Elas começam a sofrer a xistosidade/reorientação dos materiais. Tornão-se agora rochas metamórficas.
- Rochosa!? - Chamou Magmaticas. Estás ai!? Preciso de mais uma coisa! Preciso de ajuda para encontrar meus pais.
- Não te preocupes que vou-te ajudar! - disse Rochosa.
E num acto de muita sorte ambas as rochas conseguiram encontrar os pais de Magmaticas.
-Muito obrigado Rochosa! Por me teres ajudado! - disse Magmaticas.
- Não tens de quê!
E dito isto as rochas e seus pais passaram a ser grandes amigos, até que algo ou alguém os separe.
Aqui está a história de como uma rocha passa por todos os tipos de rocha
quinta-feira, 31 de março de 2011
Rochas metamórficas
sexta-feira, 18 de março de 2011
Glossário sobre rochas minerais e suas características!
Se já e não conseguiste descobrir exactamente o que são, então aqui fica um pequeno mas bom glossário que te explica (quase) tudo sobre rochas minerais e suas características.
Conceitos principais
Mineral: Um mineral é uma associação natural de elementos químicos dispostos numa rede cristalina tridimensional bem definida.
Rocha: É uma associação natural de um ou mais minerais.
Vidro Natural: É como um mineral, mas que não teve tempo de cristalizar e formar a rede cristalina.
Propriedades dos minerais
Cor: é a cor que o mineral tem quando visto a olho nu.
Risca: É a verdadeira cor do mineral.
Diafaniedade: é a propriedade que os minerais têm de deixar ou não passar a luz.
Opaco: Não deixa passar
Translúcido: Deixa passar pouca
Transparentes: deixa passar toda a luz
Densidade: é a relação entre o peso e volume. Pega-se num mineral de mesmo volume e tentamos ver qual o mais pesado.
Dureza: é mesmo o que o nome diz e tem duas maneiras de medir.
Escala prática: Com unha, vidro, aço e quartzo.
Escala de Mohs: 1=talco 2=gesso 3=calcite 4=fluorite 5=apatite 6=ortoclase 7=quartzo 8=topázio 9=corindo e 10=diamante.
Clivagem: É a propriedade que alguns minerais têm de se partir em superfícies planas.
Brilho: É o brilho que os minerais têm.
Baço = sem brilho, vítreo = vidro, nacarado = das pérolas, sedoso , gorduroso = gordura, metálico = metal, adamantino = diamante.
Tipos de rochas
Rochas Magmáticas: Grandes profundidades
Vulcânicas : Formam-se a baixa pressão e alta temperatura.
Plutónicas: Formam-se com pressão e temperatura alta.
Rochas Sedimentares: Superfíciais
Detriticas
Biogènicas
Quimiogénicas
Rochas Metamórficas: Média profundidade.
Regional
Impacto
Contacto
Textura: É o aspecto que as rochas têm a olho nu.
Textura das rochas Magmáticas.
Vítrea: Nenhum dos minerais se distingue a olho nu, pertence ás rochas vulcânicas e demoram menos tempo a formar
Hemicristalina: Parte da rocha está cristalizada e os minerais estão contidos numa pasta vítrea. Característica das rochas vulcânicas.
Holocristalina: Todos os minerais distinguem-se a olho nu. Característica das rochas plutónicas
Tonalidade das Rochas: é a sua tonalidade!
Leucocrata: São rochas constituídas na sua maior parte por minerais claros.
Mesocrata: São rochas constituídas com minerais escuros e claros em parte igual.
Melanocrata: São rochas constituídas na sua maior parte por minerais escuros
Classificação de rochas magmáticas:
Temos das tonalidades:
Leucocrata
Minerais essenciais:
Feldespato com quartzo: Plutónica Vulcânica
Granito Riolito
Feldespato sem quartzo: Plutónica Vulcânica
Sienito Traquito
Mesocrata
Minerais essenciais:
Feldespato calco-alcalino: Plutónica Vulcânica
Diorito Andesito
Minerais essenciais:
Plagioclases: Plutónica Vulcânica
Gabro Basalto
Rochas sedimentares: É quando se dá o desgaste de uma rocha pré-existente através de vários processos.
1ºProcesso: Erosão= desgaste e alteração da rocha através de agentes erosivos, físicos e químicos. Ex: gravidade, vento, temperatura, água, seres vivos.
2ºProcesso: Transporte= Movimentação de dos materiais resultantes da erosão através de agentes erosivos. Ex: água, vento…
3ºProcesso: Sedimentação= Acumulação dos materiais, na bacia de sedimentação, provenientes da erosão e transporte. Bacia de sedimentação = Depressão que se
formam essencialmente nos fundos oceânicos.
Compactação = Quando há cada vez menos espaço entre elas e estas começam a compactar-se.
Cimentação: Quando a bacia fica cheia de água que depois sai de entre as rochas, mas a que fica cristaliza e formam os cimentos, ficando rochas coesas.
Rocha móvel: três 1os processos.
Rochas coesas: todos os 5 processos
Sed. Quimiogénica: quando é formada pela precipitação dos minerais, mas sem detritos.
Sed. Biogénica: detriticas ou quimiogénicas, mas com vestígios de seres vivos.
Sed. Detriticas: Móveis ou coesas.
Este modelo de um glossário foi feito em aula e tem tudo o que é necessário saber sobre rochas e minerais e dentro das rochas até à subclasse das rochas metamórficas que serão actualizadas mais tarde! Até lá diverte-te com este glossário!
Na caracterização de rochas magmáticas o esquema deve ser interpretado da seguinte forma: primeiro os minerais essenciais feldespato, plagioclases etc. que estão com tamanho de letra mais pequeno depois o que está a seguir se é plutónica ou vulcânica corresponde à primeira ou segunda rochas pela ordem em que aparecem na linha de baixo.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Reflexão de final de Período
Acho também que consegui terminar correctamente o blogue, mas penso que nem todas as publicações foram feitas dentro do tempo ideal, mas consegui publicar tudo.
FELIZ NATAL E BOM ANO NOVO
:)
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Tipos de fossilização
Cada uma delas tem diferentes tipos de formação.
Recristalização: é o método geral em que há uma troca de minerais entre o ser vivo e a rocha.
Mumificação: É o processo mais raro, mas que mostra toda a constituição do ser vivo (partes moles e partes duras). Apenas pode ser executado através do âmbar ou gelo.
Moldagem: É o método mais vulgar. Apenas se obtém o molde do ser vivo. Há moldes internos e externos.
Carbonificação: É o processo que dá origem ao carvão. Dá-se quando o ser perde os seus gases (O,H,N), deixando só o carbono. Dá-se em árvores e em seres com quitina e queratina.
Incrustação: É a formação de camadas de minerais por cima do ser vivo, formando uma crosta.
Mineralização: É o processo em que o espaço oco do ser vivo é preenchido por minerais.
Os fósseis
Fossilização: é a passagem de um ser vivo a rocha o que quer dizer que passou de ser orgânico a ser inorgânico, ou seja ficou rocha.
Utilidade: os fósseis são-nos úteis para sabermos a evolução das espécies e para sabermos onde e que elas viviam, assim como para sabermos a localização de vários sítios.
Há dois tipos de fósseis que se podem diferenciar pela sua utilidade.
Há os fósseis de idade que viveram pouco tempo, em todo o mundo e que já se extinguiram e os fósseis fácies servem para nos mostrarem como eram os ambientes onde viveram, porque estes viveram num sitio específicos.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Constituintes dos fundos oceânicos
Talude continental- Faz parte da crosta continental, muito inclinada. Vai dos cerca de 150 metros de profundidade aos 4000 metros de profundidade em cerca de 200 metros
Fossa Oceânica- Zona de choque entre a crosta continental e a crosta oceânica. A crosta oceânica mergulha por baixo da crosta continental, por ser mais densa que a crosta continental, originando sismos e vulcões.
Planície abissal- É uma enorme zona plana que constitui cerca de 75% dos fundos oceânicos.
Dorsais médio-oceânicas- Grandes cadeias montanhosas que dividem os oceanos ao meio A sua base tem 2km e tem cerca de 2km de altura.
Rifte- É um vulcão do tipo fissural que origina as dorsais e que é responsável pela formação da crosta oceânica e também pelo afastamento dos continentes. Está mesmo no meio do oceano.
Morfologia dos fundos oceânicos
legenda:
- Plataforma continental
- Talude continental
- Fossa oceânica
- Planicie abissal
- Dorsais medio-oceânicas
- Rifte
Esta imagem foi retirada do site : ijcnaturais.blogspot.com
Introdução ás morfologias dos fundos oceânicos
Na segunda guerra mundial com o desenvolvimento das forçar de ataque foi inventado o submarino (1945) estes tinham a capacidade de poder submergir até aos 150m a profundidade máxima da plataforma continental.
Mais tarde foi inventado um dispositivo capaz de cartografar os fundos oceânicos- o sonar, mais tarde foi desenvolvida, através do sonar, a máquina de ecografias.
Nos finais do século XX forma descobertas as correntes de convecção.
Teoria da Deriva Continental
Alfred disse que em tempos passados todos os continentes estiveram juntos no mesmo continente chamado a pangeia e que estava rodeado por um oceano gigante chamado de Pantalassa.
Para afirmar isto Alfred baseou-se em três tipos diferentes de dados:
- Paleontológicos- os fósseis descobertos nas zonas em questão eram iguais ;
- Geográficos- os recortes das costas em questão "encaixavam" perfeitamente;
- Petrológicos- as rochas dos locais em questão eram da mesma constituição e mesma idade;
Dobras
Quando a rocha da dobra chega ao seu ponto de tensão máxima estas partem e podem originar dobras-falhas, em que a rocha parte no pico e forma uma certa falha com pouca profundidade.
Quando uma das forças compressivas é maior dá-se um tipo de dobra chamada dobra deitada que pode ser representada assim:

Tipos de Dobras
Há para além da dobra deitada, antes falada, outros dois tipos de dobras: a dobra sinclinal e a dobra anticlinal:
É uma dobra anticlinal quando as forças compressivas fazem com que a rocha dobre para cima:

É uma dobra sinclinal quando as forças compressivas fazem com que a rocha dobre para baixo:

Constituição da dobra
A dobra assim como a conhecemos é constituída por 3 partes a charneira, flnaco direito e flanco esquerdo. Podemos caracterizar uma dobra assim:
em que do lado esquerdo temos o flanco direito do lado direito o flanco direito e no centro a charneira.